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	<title>Muriel Godoi</title>
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	<description>Software Livre, Computação e tudo mais</description>
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		<title>World IPv6 Day: Aprenda mais sobre o novo protocolo</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 12:58:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Muriel de Souza Godoi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[ip]]></category>
		<category><![CDATA[ipv6]]></category>

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		<description><![CDATA[Em comemoração ao World IPv6 Day, dia no qual todos são convidados a testar o novo protocolo em seus servidores eu ia escrever um post explicando um pouco mais sobre ele, mas ao pesquisar sobre IPv6 achei este artigo muito bem escrito e resolvi compartilhar: Site: www.infowester.com/ipv6.php Autor: Emerson Alecrim Introdução A internet é uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em comemoração ao World IPv6 Day, dia no qual todos são convidados a testar o novo protocolo em seus servidores eu ia escrever um post explicando um pouco mais sobre ele, mas ao pesquisar sobre IPv6 achei este artigo muito bem escrito e resolvi compartilhar:</p>
<div style="background: #ffff88;"><strong>Site</strong>: www.infowester.com/ipv6.php<br />
<strong>Autor</strong>:<em> Emerson Alecrim</em></div>
<p><br/></p>
<h3>Introdução</h3>
<p>A internet é uma rede que interconecta milhões de computadores          no mundo inteiro. Para que essa comunicação ocorra, cada          dispositivo conectado necessita de um endereço único, que          o diferencie dos demais. Essa é a função do <a href="http://www.infowester.com/internetprotocol.php">IP          (Internet Protocol)</a>. O problema é que, a cada dia que passa,          mais e mais computadores são ligados à internet (entenda          computadores de maneira geral, isto é, PCs, servidores, smartphones,          tablets, etc) e, por conta disso, o número de endereços          IP disponível está acabando. É aí que entra          em cena o <strong>IPv6</strong>, sigla para <strong>Internet Protocol version 6</strong>.          Neste artigo, você conhecerá um pouco do funcionamento desse          protocolo e entenderá como ele poderá solucionar o problema          da falta de endereços na internet.</p>
<h3>Endereço IP</h3>
<p>Antes de entrarmos no assunto IPv6 em si, é importante conhecer          o <strong>IPv4</strong>, que convencionamos chamar apenas de IP. O IPv4 é          composto por uma sequência numérica no seguinte formato:          <strong>x.x.x.x</strong>, onde <strong>x</strong> é um número que pode ir de          0 a 255, por exemplo:</p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">189.34.242.229</span></strong></p>
<p>Para que cada computador conectado à internet tenha um endereço          IP exclusivo, uma entidade chamada <a href="http://www.iana.org/">IANA</a>/<a href="http://www.icann.org/" target="_blank">ICANN</a> distribui &#8220;cotas&#8221; de IP para todas as partes do mundo. Essas          cotas são administradas por entidades regionais que, por sua vez,          as repassam para provedores, também chamados de ISP (<em>Internet          Service Provider</em>).</p>
<p>Quando você contrata uma empresa para fornecer acesso à          internet à sua residência, por exemplo, o provedor irá          fornecer um endereço IP de sua cota (em boa parte dos casos, esse          endereço muda a cada conexão) para conectar seu computador          ou sua rede à internet. Websites também têm endereço          IP, afinal, ficam armazenados em servidores que, obviamente, estão          conectados à internet.</p>
<p>O formato do IPv4 é uma sequência de 32 <a href="http://www.infowester.com/bit.php">bits</a> (ou quatro conjuntos de 8 bits) e isso permite, teoricamente, a criação          de até 4.294.967.296 endereços. Uma quantidade muito grande,          não é mesmo? Mas, acredite, em pouco tempo será insuficiente.</p>
<p>Esse problema existe porque a internet não foi planejada de forma          a ser tão grande. A ideia original era a de se criar um sistema          de comunicação que interligasse centros de pesquisa. Somente          quando a internet passou a ser utilizada de maneira ampla é que          ficou claro que o número máximo de endereços IP poderia          ser atingido em um futuro relativamente próximo. Foi a partir dessa          percepção que o projeto <strong>IPng</strong> (<strong>Internet Protocol          next generation</strong>) teve início, dando origem ao que conhecemos          como IPv6.</p>
<h3>Esgotamento de endereços IP</h3>
<p>Não é difícil entender o porquê do esgotamento          de endereços no formato IPv4. Para início de conversa, parte          desses 4 bilhões de combinações disponíveis,          como aquelas que começam em 10 e 127, por exemplo, estão          reservados para redes locais (saiba mais sobre isso no artigo <a href="http://www.infowester.com/internetprotocol.php">Endereços          IP</a>) ou para testes. Além disso, há uma parte expressiva          de endereços que são destinados a instituições          e grandes corporações.</p>
<p>Mas o fato principal é que o mundo está cada vez mais conectado.          É possível encontrar pontos de acesso providos por <a href="http://www.infowester.com/wifi.php">redes          Wi-Fi</a> em shoppings, restaurantes, aeroportos e até em ônibus.          Sem contar que é cada vez mais comum o número de pessoas          que tem conexão banda larga em casa e também assinatura          de um plano <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/3G" target="_blank">3G</a> para acessar a internet no celular ou no notebook a partir de qualquer          lugar.</p>
<p>Medidas paliativas foram adotadas para lidar com essa questão,          como a utilização do NAT (<em>Network Address Translation</em>),          uma técnica que permite que um único endereço IP          represente vários computadores, esquema esse que é aplicado,          por exemplo, em provedores de acesso via rádio ou até mesmo          por operadoras que oferecem acesso 3G.</p>
<p>O problema é que o NAT e outras medidas implementadas têm          suas limitações e, no máximo, apenas adiam o esgotamento,          de forma que uma solução definitiva e prática precisa          ser adotada. A essa altura, você já sabe que tal solução          atende pelo nome de IPv6.</p>
<h3>Endereços IPv6</h3>
<p>A criação do IPv6 consumiu vários anos, afinal,          uma série de parâmetros e requisitos necessitam ser observados          para que problemas não ocorram ou, pelo menos, sejam substancialmente          amenizados em sua implementação. Em outras palavras, foi          necessário fazer uma tecnologia &#8211; o IPv4 &#8211; evoluir, e não          criar um padrão completamente novo.</p>
<p>A primeira diferença que se nota entre o IPv4 e o IPv6 é          o seu formato: o primeiro é constituído por 32 bits, como          já informado, enquanto que o segundo é formado por 128 bits.          Com isso, teoricamente, a quantidade de endereços disponíveis          pode chegar a 340.282.366.920.938.463.463.374.607.431.768.211.456, um          número absurdamente alto!</p>
<p><img src="http://www.infowester.com/img_art/ipv6vs.jpg" alt="IPv4 x IPv6" width="608" height="289" /></p>
<p>Mas há um problema: se no IPv4 utilizamos quatro sequências          numéricas para formar o endereço &#8211; por exemplo: 208.67.222.220          -, no IPv6 teríamos que aplicar nada menos que 16 grupos de números.          Imagine ter que digitar tudo isso!</p>
<p>Por esse motivo, o IPv6 utiliza oito sequências de até quatro          caracteres separado por &#8216;:&#8217; (sinal de dois pontos), mas considerando o          <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_hexadecimal" target="_blank">sistema          hexadecimal</a>. Assim, o endereço IPv6 do InfoWester, por exemplo,          pode ser:</p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">FEDC:2D9D:DC28:7654:3210:FC57:D4C8:1FFF</span></strong></p>
<p>Um formato ainda confuso, de fato, mas melhor do que se seguisse a mesma          regra do IPv4. Felizmente, um endereço IPv6 pode ser &#8220;abreviado&#8221;.          Isso porque números zero existentes à esquerda de uma sequência          podem ser ocultados, por exemplo: 0260 pode ser representado como 260.          Além disso, grupos do tipo 0000 podem ser exibidos apenas como          0. Eis um exemplo de um endereço &#8220;normal&#8221; e outro abreviado:</p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">805B:2D9D:DC28:</span></strong><span style="font-size: medium;"><strong><span style="color: #0000ff;">0000</span></strong></span><strong><span style="font-size: medium;">:<span style="color: #0000ff;">0000</span>:<span style="color: #0000ff;">0000</span> <img src='http://www.murielgodoi.com/wp/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> 4C8:1FFF</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">805B:2D9D:DC28:<span style="color: #0000ff;">0</span>:<span style="color: #0000ff;">0</span>:<span style="color: #0000ff;">0</span> <img src='http://www.murielgodoi.com/wp/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> 4C8:1FFF</span></strong></p>
<p>O fato é que o formato do endereço IPv6 é tão          grande que sequências do tipo 0:0:0, por exemplo, serão comuns.          Neste caso, é possível omitir esses grupos, pois o computador          saberá que o intervalo ocultado é composto por sequências          de zero. Por exemplo:</p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">FF00:4502:0:0:0:0:0:42</span></strong></p>
<p>O endereço acima pode ficar assim, ocultando os espaços          com 0:</p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">FF00:4502::42</span></strong></p>
<p>É importante frisar que essa ocultação não          pode acontecer mais de uma vez no mesmo endereço em pontos não          sequenciais. Por exemplo:</p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">805B<span style="color: #0000ff;">::</span>DC28<span style="color: #0000ff;">:</span></span></strong><span style="color: #0000ff;"><strong><span style="font-size: medium;">:</span></strong></span><strong><span style="font-size: medium;">D4C8:1FFF </span>=&gt; <em>Errado!</em></strong></p>
<p>Neste exemplo, somente uma das abreviações poderá          permanecer no endereço.</p>
<h3>Tipos de endereços IPv6</h3>
<p>De modo geral, um endereço IPv6 faz parte de uma das seguintes          categorias: <em>unicast</em>, <em>multicast</em> e <em>anycast</em>. Tal caraterística          serve, basicamente, para permitir uma distribuição otimizada          de endereços e possibilitar que estes sejam acessados mais rapidamente,          de acordo com as circunstâncias. Vejamos brevemente cada um dos          tipos:</p>
<p><strong>- Unicast:</strong> tipo que define uma única interface, de forma          que os pacotes enviados a esse endereço sejam entregues somente          a ele. É apropriado para redes ponto-a-ponto;</p>
<p><strong>- Multicast:</strong> neste tipo, pacotes de dados podem ser entregues          a todos os endereços que pertencem a um determinado grupo;</p>
<p><strong>- Anycast:</strong> semelhante ao multicast, com a diferença de          que o pacote de dados é entregue à interface do grupo que          estiver mais próxima. Esse tipo é apropriado para servidores          de <a href="http://www.infowester.com/dns.php">DNS</a>, por exemplo.</p>
<p>Vale frisar que, assim como acontece com o IPv4, o IPv6 também          pode ter seus endereços divididos em &#8220;cotas&#8221; ou &#8220;categorias&#8221;,          de forma que hierarquias possam ser criadas para determinar a distribuição          otimizada de endereços.</p>
<h3>Cabeçalho do IPv6</h3>
<p>O padrão IPv4 possui um cabeçalho (<em>header</em>) com várias          informações essenciais para a troca de informações          entre sistemas e computadores. No IPv6, no entanto, o cabeçalho          sofreu alterações. A principal é o seu tamanho, que          passa a ser de 40 bytes, o dobro do padrão do IPv4. Além          disso, alguns campos foram retirados, enquanto outros tornaram-se opcionais.          Essa simplificação pode tornar a comunicação          mais eficiente e reduzir o processamento necessário para isso.</p>
<p>A imagem abaixo mostra o cabeçalho padrão do IPv6:</p>
<p><img src="http://www.infowester.com/img_art/ipv6cab.jpg" alt="Cabeçalho IPv6" width="480" height="276" /></p>
<p>Vejamos os campos:</p>
<p><strong>- Version:</strong> campo que identifica a versão do protocolo.          No caso do IPv6, é preenchido com 6. No IPv4, com 4;</p>
<p><strong>- Traffic class:</strong> indica a qual classe o pacote de dados pertence,          podendo definir sua prioridade;</p>
<p><strong>- Flow label:</strong> identifica pacotes que pertecem ou não ao          mesmo fluxo de dados;</p>
<p><strong>- Payload length:</strong> informa o tamanho do pacote em bytes;</p>
<p><strong>- Next header:</strong> identifica qual o próximo cabeçalho          que segue o atual (um cabeçalho de extensão, por exemplo)          ou o protocolo da próxima camada;</p>
<p><strong>- Hop limit:</strong> indica a quantidade máxima de roteadores pelos          quais o pacote pode passar. Caso exceda o limite, o pacote é descartado;</p>
<p><strong>- Source address:</strong> informar o endereço de origem do pacote;</p>
<p><strong>- Destination addres:</strong> informa o destino do pacote, isto é,          o endereço final.</p>
<p>Note que o cabeçalho do IPv6 pode ser &#8220;estendido&#8221; com          campos adicionais, que oferecem, por exemplo, recursos para autenticação          ou confidencialidade dos pacotes de dados transmitidos. São os          chamados &#8220;cabeçalhos de extensão&#8221;, tal como menciona          a explicação do campo &#8220;Next header&#8221;.</p>
<h3>IPv6 e IPv4</h3>
<p>O elevadíssimo número de endereços IPv6 permite          que apenas esse protocolo seja utilizado na internet. Acontece que essa          mudança não pode acontecer de uma hora para outra. Isso          porque roteadores, servidores, sistemas operacionais, entre outros precisam          estar plenamente compatíveis com o IPv6, mas a internet ainda está          baseada no IPv4. Isso significa que ambos os padrões vão          coexistir por algum tempo.</p>
<p>Seria estupidez criar dois &#8220;mundos&#8221; distintos, um para o IPv4,          outro para o IPv6. Portanto, é necessário não só          que ambos coexistam, mas também se que comuniquem. Há alguns          recursos criados especialmente para isso que podem ser implementados em          equipamentos de rede:</p>
<p><strong>- Dual-Stack (pilha dupla):</strong> faz com que um único dispositivo          &#8211; um roteador, por exemplo &#8211; tenha suporte aos dois protocolos;</p>
<p><strong>- Tunneling (tunelamento):</strong> cria condições para o          tráfego de pacotes IPv6 em redes baseadas em IPv4 e vice-versa.          Há várias técnicas disponíveis para isso,          como <em>Tunnel Broker</em> e <em>6to4</em>, por exemplo;</p>
<p><strong>- Translation (tradução):</strong> faz com que dispositivos          que suportam apenas IPv6 se comuniquem com o IPv4 e vice-versa. Também          há várias técnicas para tradução, como          <em>Application Layer Gateway</em> (ALG) e <em>Transport Relay Translator</em> (TRT).</p>
<p>Felizmente, praticamente todos os sistemas operacionais da atualidade          são compatíveis com ambos os padrões. No caso do          Windows, por exemplo, é possível contar com suporte pleno          ao IPv6 desde a versão XP (com Service Pack 1). Versões          posteriores, como Vista e 7, contam com suporte habilitado por padrão.          Também há compatibilidade plena com o Mac OS X e versões          atuais de distribuições Linux.</p>
<p>É bom que saiba: já é possível obter endereços          IPv6, o que mostra que essa é uma tecnologia estável, usável.          No Brasil, por exemplo, as solicitações podem ser feitas          no endereço <a href="http://registro.br/" target="_blank">http://registro.br</a>.</p>
<h3>Segurança</h3>
<p>No IPv6, houve também a preocupação de corrigir          as limitações de segurança existentes no IPv4. Um          dos principais mecanismos criados para isso &#8211; talvez, o mais importante          &#8211; é o IPSec (<em>IP Security</em>), que fornece funcionalidades de          <a href="http://www.infowester.com/criptografia.php">criptografia</a> de pacotes de dados, de forma          a garantir três aspectos destes: integridade, confidencialidade          e autenticidade.</p>
<p>Na verdade, o IPSec pode ser utilizado também no IPv4, mas não          em comunicação baseada em NAT. Não há necessidade          deste último no IPv6, portanto, a utilização do IPSec          ocorre sem limitações.</p>
<p>Para efetuar sua função, o IPSec faz uso, essencialmente,          de um cabeçalho de extensão chamado <em>Authentication Header</em> (AH) para fins de autenticação, de outro denominado <em>Encapsulating          Security Payload</em> (ESP) para garantir a confidencialidade, e do protocolo          <em>Internet Key Exchange</em> (IKE) para criptografia.</p>
<p>Vale a pena observar que o protocolo IPv6, por si só, já          representa um grande avanço de segurança, uma vez que a          sua quantidade de endereços é tão grande que, por          exemplo, torna inviável o uso técnicas de varredura de IP          em redes para encontrar possíveis computadores com vulnerabilidades          de seguranças.</p>
<p>É importante frisar, no entanto, que o fato de o IPv6 oferecer          mais proteção que o IPv4 não significa que diminuir          os cuidados com a segurança não trará problemas:          sistema de controle de acesso, firewall, antivírus e outros recursos          devem continuar sendo aplicados.</p>
<h3>ICMPv6</h3>
<p>O padrão IPv4 faz uso de um protocolo chamado <em>Internet Control          Message Protocol</em> (ICMP) para obtenção de dados referentes          à rede e para a identificação de erros de comunicação          por meio de mensagens, ajudando, evidentemente, numa possível correção,          quando for o caso. O IPv6 também utiliza o mesmo recurso, só          com que as devidas adaptações: o ICMPv6.</p>
<p>Em relação ao ICMP, o ICMPv6 se diferencia, essencialmente,          por permitir uma quantidade maior de mensagens que o primeiro. O motivo          para isso é simples: o ICMPv6 incorpora funções que          no ICMP eram destinadas a outros protocolos. É importante frisar          que o ICMPv6 não é um cabeçalho de extensão          do IPv6, mas sim um protocolo que trabalha com este.</p>
<p>Entre as mensagens oriundas do ICMPv6 estão as que informam &#8220;destino          inacessível&#8221;, indicando que ao emissor que o receptor não          pôde receber o pacote de dados; &#8220;requisição de          eco&#8221;, que consiste em uma mensagem informativa para determinar se          um determinado integrante da rede &#8211; um servidor, por exemplo &#8211; está          ativado; entre outros.</p>
<p>O cabeçalho do ICMPv6 é composto, essencialmente, pelos          seguintes campos:</p>
<p><strong>Type:</strong> tipo de mensagem, isto é, se é erro ou informação;</p>
<p><strong>Code:</strong> informa um código que é atrelado a determinados          tipos de mensagem;</p>
<p><strong>Checksum:</strong> informa o valor de uma determinada soma, que indicará          algum problema caso sua verificação acuse outro resultado;</p>
<p><strong>Data:</strong> fornece dados relacionados à mensagem.</p>
<h3>Finalizando</h3>
<p>Como você pode ter percebido, o protocolo IPv6 representa muito          do que será a internet em um futuro próximo, uma vez que          não só elimina as limitações existentes no          IPv4, como também abre um leque de possibilidades para deixar o          mundo ainda mais conectado.</p>
<p>E é claro, o assunto aqui foi abordado de maneira introdutória.          IPv6 é, considerando todos os seus aspectos, um assunto bastante          amplo, ao ponto de existir cursos e livros exclusivos sobre o protocolo.          E se você é ou pretende ser um profissional especializado          em redes, considere como uma obrigação aprofundar seus conhecimentos          em IPv6.</p>
<p>Antes, a resposta para uma pergunta que você pode ter feito durante          a leitura do texto: por que IPv6 e não IPv5? O IPv5, na verdade,          existe, mas é uma tecnologia praticamente em desuso. Trata-se de          uma versão experimental de um protocolo chamado <em>Internet Stream          Protocol</em>, criado para testar transmissões de áudio e          vídeo, e para simular situações referentes à          internet. Não passou disso&#8230;</p>
<p>Para saber mais sobre IPv6, consulte os sites que serviram de referência          para este artigo:</p>
<p>- <a href="http://ipv6.br/" target="_blank">ipv6.br</a>;<br />
- <a href="http://www.ipv6forum.com/" target="_blank">www.ipv6forum.com</a>;<br />
- <a href="http://www.6deploy.com/" target="_blank">www.6deploy.com</a>;<br />
- <a href="http://www.6diss.org/" target="_blank">www.6diss.org</a>;<br />
- <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/IPv6" target="_blank">en.wikipedia.org/wiki/IPv6</a>;</p>
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		<item>
		<title>Filmes MKV &#8211; Convertendo áudio de DTS para AC3</title>
		<link>http://www.murielgodoi.com/2011/03/filmes-mkv-convertendo-audio-de-dts-para-ac3/</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Mar 2011 05:57:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Muriel de Souza Godoi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É comum nos depararmos na Internet com arquivos de filmes com o áudio no formato ﻿﻿Digital Theater Systems (DTS), principalmente nos filmes em alta definição no container MKV. Porém, muitas TVs e Media Players HD disponíveis no mercado somente processam o áudio Dolby Digital (AC3). Ao me deparar com este problema num dia desses encontrei uma solução [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É comum nos depararmos na Internet com arquivos de filmes com o áudio no formato ﻿﻿<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DTS" target="_blank">Digital Theater Systems</a> (DTS), principalmente nos filmes em alta definição no container <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/MKV" target="_blank">MKV</a>. Porém, muitas TVs e Media Players HD disponíveis no mercado somente processam o áudio <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/AC3" target="_blank">Dolby Digital</a> (AC3).</p>
<p>Ao me deparar com este problema num dia desses encontrei uma solução que funcionou muito bem no Linux.</p>
<p>Você vai precisar dos seguintes pacotes:</p>
<ul>
<li><strong>mkvtoolnix</strong> &#8211; Ferramenta de manipulação para arquivos Matroska (MKV);</li>
<li><strong>libdca</strong> &#8211; Conversor de áudio DTS para WAV;</li>
<li><strong>aften</strong> &#8211; Conversor de áudio WAV para AC3.</li>
</ul>
<p><strong>Passo 1</strong> &#8211; Extraindo informações sobre seu arquivo MKV:</p>
<pre>mkvmerge -i meufilme.mkv</pre>
<p>Você deverá ver uma saída do tipo:</p>
<pre>Track ID 1: video (V_MPEG4/ISO/AVC)
Track ID 2: audio (A_DTS)</pre>
<p><strong><br />
Passo 2</strong> &#8211; Extraia a faixa de áudio DTS do arquivo original, neste caso a faixa 2 é a que contém o áudio:</p>
<pre>mkvextract tracks meufilme.mkv 2:/meuaudio.dts</pre>
<p><strong>Passo 3</strong> &#8211; Converta o arquivo de áudio DTS para AC3:</p>
<pre>dcadec -o wavall meuaudio.dts | aften - meuaudio.ac3</pre>
<p><strong>P</strong><strong>asso 4</strong> &#8211; Inclua a nova faixa de áudio AC3 em seu MKV original:</p>
<pre>mkvmerge -o meufilmeac3.mkv meufilme.mkv meuaudio.ac3</pre>
<p><strong>Passo 5 (opcional) </strong>- Remova a faixa de audio DTS:</p>
<pre>mkvmerge -o meufilmefinal.mkv -a 3 meufilmeac3.mkv</pre>
<p>Caso encontrem dificuldades é só comentar abaixo.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.networkedmediatank.com/wiki/index.php/Converting_DTS_to_AC3" target="_blank">NMTWiki</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.murielgodoi.com/2011/03/filmes-mkv-convertendo-audio-de-dts-para-ac3/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Novo recurso no Nautilus 2.32</title>
		<link>http://www.murielgodoi.com/2010/10/novo-recurso-no-nautilus-2-32/</link>
		<comments>http://www.murielgodoi.com/2010/10/novo-recurso-no-nautilus-2-32/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Oct 2010 07:10:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Muriel de Souza Godoi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem tivemos o lançamento oficial do Ubuntu 10.10 Maverick Meerkat, e com ele veio o novo GNOME 2.32. Poderia postar as novidades clássicas como por exemplo o novo menu de som integrado ao Rhythmbox, mas ao invés disso vou chamar a atenção para algo que quase ninguém percebeu&#8230; a janela de substituir arquivos. Na versão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem tivemos o lançamento oficial do Ubuntu 10.10 Maverick Meerkat, e com ele veio o novo GNOME 2.32.</p>
<p>Poderia postar as novidades clássicas como por exemplo o novo menu de som integrado ao Rhythmbox, mas ao invés disso vou chamar a atenção para algo que quase ninguém percebeu&#8230; a <strong>janela de substituir arquivos.</strong></p>
<p>Na versão anterior do Ubuntu (GNOME 2.30) quanto se tentava copiar um arquivo com um nome já existente se via a janela:</p>
<p><a href="http://www.murielgodoi.com/wp/wp-content/uploads/2010/10/sub1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-194" title="sub1" src="http://www.murielgodoi.com/wp/wp-content/uploads/2010/10/sub1.png" alt="" width="431" height="161" /></a></p>
<p>Na versão atual a janela é bem mais completa:</p>
<p><a href="http://www.murielgodoi.com/wp/wp-content/uploads/2010/10/sub2.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-195" title="sub2" src="http://www.murielgodoi.com/wp/wp-content/uploads/2010/10/sub2.png" alt="" width="508" height="430" /></a></p>
<p>Nessa janela ainda há a possibilidade de escolher um novo nome para o arquivo.</p>
<p>São detalhes simples que juntos fazem deste Ubuntu o 10 perfeito!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Juntando e separando arquivos no Linux via terminal</title>
		<link>http://www.murielgodoi.com/2010/10/juntando-e-separando-arquivos-no-linux-via-terminal/</link>
		<comments>http://www.murielgodoi.com/2010/10/juntando-e-separando-arquivos-no-linux-via-terminal/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 09 Oct 2010 06:38:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Muriel de Souza Godoi</dc:creator>
				<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[terminal]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a febre de sites do tipo www.qualquercoisashared.com para o updoad/download de arquivos, se tornou comum a necessidade de unir e dividir arquivos. Frequentemente vemos a mensagem: Junte as partes do filme usando o HJSplit. Porém, nós amantes do Linux, sabemos que o HJSplit é um software feito para rodar no W%#@$%s. Para nossa felicidade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a febre de sites do tipo <em>www.qualquercoisashared.com</em> para o updoad/download de arquivos, se tornou comum a necessidade de unir e dividir arquivos. Frequentemente vemos a mensagem:</p>
<p style="text-align: center;"><em>Junte as partes do filme usando o HJSplit.</em></p>
<p>Porém, nós amantes do Linux, sabemos que o HJSplit é um software feito para rodar no W%#@$%s. Para nossa felicidade, o Linux já possui suporte nativo para fazer essa tarefa, portanto, sem a necessidade de softwares adicionais.</p>
<p>Para isso somente abra um terminal (Menu Aplicativos -&gt; Acessórios -&gt; Terminal) estando do diretório onde se encontram os arquivos execute os comandos abaixo:</p>
<p><br/><br />
<strong>Para unir vários arquivos:</strong></p>
<pre><span style="color: #333333;">cat filme.mkv.001 filme.mkv.002 &gt; filmecompleto.mkv</span></pre>
<p>ou se forem muitos arquivos você também pode usar:</p>
<pre>cat filme.mkv.* &gt; filmecompleto.mkv</pre>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><br />Para dividir um arquivo digite:</strong></p>
<pre>split -b 100m -d -a 2 filmecompleto.mkv</pre>
<p>onde:</p>
<ul>
<li><strong>-b</strong> indica o tamanho de cada parte a ser gerada (no exemplo 100MiB);</li>
<li><strong>-d</strong> indica que o sufixo dos nomes das partes deve ser numérico;</li>
<li><strong>-a</strong> indica quantos caracteres terá o sufixo gerado.</li>
</ul>
<p><br/><br />
Somente acho estranho um sistema operacional proprietário que se diz tão completo precisar de softwares adicionais para uma operação tão trivial.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Sintel: Um novo curta-metragem feito com Blender</title>
		<link>http://www.murielgodoi.com/2010/10/sintel-um-novo-curta-metragem-feito-com-blender/</link>
		<comments>http://www.murielgodoi.com/2010/10/sintel-um-novo-curta-metragem-feito-com-blender/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 Oct 2010 23:44:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Muriel de Souza Godoi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[3d]]></category>
		<category><![CDATA[blender]]></category>
		<category><![CDATA[open source]]></category>

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		<description><![CDATA[Sintel é um curta-metragem produzido de maneira independente, iniciado pela Blender Fundation com o objetivo de melhorar e validar o Blender que é uma suite gratuito e de código aberto para criação 3D. Com um aporte inicial de milhares de doações via internet, provou ser viável o modelo de desenvolvimento com tecnologia 3D para filmes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sintel é um curta-metragem produzido de maneira independente, iniciado pela Blender Fundation com o objetivo de melhorar e validar o Blender que é uma suite gratuito e de código aberto para criação 3D. Com um aporte inicial de milhares de doações via internet, provou ser viável o modelo de desenvolvimento com tecnologia 3D para filmes de animação independentes.</p>
<p>Este filme de 15 minutos foi feito no Instituto Blender de Amsterdam, por um time de artistas e desenvolvedores internacionais. Além disso, diversas decisões técnicas e de criação foram realizadas online, por times de artistas e desenvolvedores ao redor do mundo.</p>
<p>Lançado recentemente, em pouco tempo ele atingiu a marca de 1 milhão de exibições no youtube.<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/eRsGyueVLvQ?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/eRsGyueVLvQ?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Download do filme em alta definição e mais informações em:</p>
<p><a href="www.sintel.org ">www.sintel.org</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Feliz Dia da Toalha!</title>
		<link>http://www.murielgodoi.com/2010/05/feliz-dia-da-toalha/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 03:23:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Muriel de Souza Godoi</dc:creator>
				<category><![CDATA[nerd]]></category>
		<category><![CDATA[dia da toalha]]></category>
		<category><![CDATA[douglas adams]]></category>
		<category><![CDATA[towelday]]></category>

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		<description><![CDATA[Jamais poderia deixar esse dia passar em branco, o dia mais esperado do ano para todos os fãs da série &#8220;Guia do Mochileiro das Galáxias&#8220;. O DIA DA TOALHA! No dia 25 de maio é comemorado o Dia da Toalha em homenagem ao escritor inglês Douglas Noel Adams, autor da série Guia do Mochileiro das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jamais poderia deixar esse dia passar em branco, o dia mais esperado do  ano para todos os fãs da série &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Hitchhiker%27s_Guide_to_the_Galaxy">Guia do Mochileiro das Galáxias</a>&#8220;. <strong>O DIA  DA TOALHA!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.murielgodoi.com/wp/wp-content/uploads/2010/05/dia-da-toalha.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-163" title="dia da toalha" src="http://www.murielgodoi.com/wp/wp-content/uploads/2010/05/dia-da-toalha.jpg" alt="" width="491" height="369" /></a></p>
<p>No dia 25 de maio é comemorado o<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_da_Toalha"> Dia da Toalha</a> em homenagem ao escritor inglês <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Douglas_Adams">Douglas Noel Adams</a>, autor da série Guia do Mochileiro das Galáxias. Não fugi da obrigação de bater uma foto com minha toalha e tendo em mãos a espécie mais inteligente da terra: Os Ratos! Claro, pois o ser-humano é a terceira espécie mais inteligente, logo atrás dos golfinhos.</p>
<p><strong>Mas porquê a toalha? </strong>Segundo o guia,  um mochileiro das galaxias pode esquecer qualquer coisa, exceto sua toalha:</p>
<blockquote><p><em>A toalha é um dos objetos mais úteis para um mochileiro  interestelar. Em parte devido a seu valor prático: você pode usar a  toalha como agasalho quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla;  pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmórea de  Santragino V, respirando os inebriantes vapores marítimos; você pode  dormir debaixo dela sob as estrelas que brilham avermelhadas no mundo  desértico de Kakrafoon; </em></p>
<p><em>P</em><em>ode usá-la como vela para descer numa minijangada as  águas lentas do rio Moth; Pode umedecê-la e utilizá-la para lutar em combate corpo a corpo;  enrolá-la em torno da cabeça para proteger-se de emanações tóxicas ou  para evitar o olhar da Terrível Besta Voraz de Traal (um animal  estonteantemente burro, que acha que, se você não pode vê-lo, ele também  não pode ver você &#8211; estúpido feito uma anta, mas muito, muito voraz); </em></p>
<p><em>V</em><em>ocê pode agitar a toalha em situações de emergência  para pedir socorro; E</em><em> naturalmente pode usá-la para enxugar-se com ela se  ainda estiver razoavelmente limpa.</em></p>
<p><em>Porém o mais importante é o imenso valor psicológico da toalha.  Por algum motivo, quando um estrito (isto é, um não-mochileiro) descobre  que um mochileiro tem uma toalha, ele automaticamente conclui que ele  tem também escova de dentes, esponja, sabonete, lata de biscoitos,  garrafinha de aguardente, bússola, mapa, barbante, repelente, capa de  chuva, traje espacial, etc., etc </em></p></blockquote>
<p><strong>Pergunta:</strong> O que leva uma pessoa a bater uma foto com uma toalha e ratos depois da meia-noite?</p>
<p><strong>Resposta</strong>: 42 !</p>
<p><strong>Até mais e obrigado pelos peixes Douglas Adams!</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Software Livre é tema de reportagem no Brasilianas.org</title>
		<link>http://www.murielgodoi.com/2010/05/software-livre-e-tema-de-reportagem-no-brasilianas-org/</link>
		<comments>http://www.murielgodoi.com/2010/05/software-livre-e-tema-de-reportagem-no-brasilianas-org/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 May 2010 17:28:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Muriel de Souza Godoi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Há algum tempo atrás (março/2010), o programa Brasilianas.org abordou o software livre. Este programa, transmitido pela TV Brasil, é apresentado pelo jornalista Luís Nassif e visa discutir políticas que podem ajudar o desenvolvimento do país e a qualidade de vida do cidadão brasileiro. Vale a pena assistir a reportagem:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo atrás (março/2010), o programa <a href="http://brasilianas.org/">Brasilianas.org</a> abordou o software livre.</p>
<p>Este programa, transmitido pela <a href="http://www.tvbrasil.org.br/">TV Brasil</a>, é apresentado pelo jornalista <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_Nassif">Luís Nassif</a> e visa discutir políticas que podem ajudar o desenvolvimento do país e a qualidade de vida do cidadão brasileiro. Vale a pena assistir a reportagem:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="580" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/QCxRKJHymDk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="385" src="http://www.youtube.com/v/QCxRKJHymDk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Campus Party 2010 &#8211; Kevin Mitnick</title>
		<link>http://www.murielgodoi.com/2010/01/campus-party-2010-kevin-mitnick/</link>
		<comments>http://www.murielgodoi.com/2010/01/campus-party-2010-kevin-mitnick/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 06:40:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Muriel de Souza Godoi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[cpartybr]]></category>
		<category><![CDATA[hacker]]></category>
		<category><![CDATA[mitnick]]></category>

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		<description><![CDATA[Este ano, a Campus Party Brasil teve a ilustre presença de Kevin Mitnick. Para quem não sabe, Mitnick é considerado o maior hacker cracker da história, tendo  sua jornada contada no filme Takedown. Ele foi fugitivo do FBI por mais de 2 anos até sua captura em 2005. Após cumprir 5 anos de detenção ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este ano, a Campus Party Brasil teve a ilustre presença de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Kevin_Mitnick">Kevin Mitnick</a>. Para quem não sabe, Mitnick é considerado o maior <span style="text-decoration: line-through;">hacker</span> cracker da história, tendo  sua jornada contada no filme <a href="http://www.takedown.com">Takedown</a>.</p>
<p>Ele foi fugitivo do FBI por mais de 2 anos até sua captura em 2005. Após cumprir 5 anos de detenção ele foi solto e ficou em liberdade condicional por mais 3 anos sem poder se aproximar de computadores (como eles fiscalizavam isso? ).</p>
<p>Após esse período ele fundou a <a href="http://mitnicksecurity.com/">Mitnick Security Consulting</a>, uma empresa especializada em segurança de sistemas computacionais. Ele também publicou 2 livros: &#8220;A Arte de Enganar&#8221; tema da palestra apresentada na Campus Party 2010 e &#8220;A Arte de Invadir&#8221;. Logo após a palestra consegui tirar uma foto com ele:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.murielgodoi.com/wp/wp-content/uploads/2010/01/P1080920-vga.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-122" title="Muriel Godoi(eu) e Kevin Mitnick" src="http://www.murielgodoi.com/wp/wp-content/uploads/2010/01/P1080920-vga-300x225.jpg" alt="Muriel Godoi(eu) e Kevin Mitnick" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Um outro fato interessante é seu cartão de visitas, que é famoso e sempre disputado ao final de suas palestras. Você deve estar se perguntando: O que tem esse cartão de tão diferente?</p>
<p>Bem, o que seria mais <span style="text-decoration: line-through;">geek</span> genial do que um cracker ter um cartão de visita de metal, no qual, você pode destacar ferramentas que te ajudam a abrir fechaduras? olhe por você mesmo:</p>
<p><a href="http://www.murielgodoi.com/wp/wp-content/uploads/2010/01/mitnick-card.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-123" title="Cartão de Visita do Kevin Mitnick" src="http://www.murielgodoi.com/wp/wp-content/uploads/2010/01/mitnick-card-300x174.jpg" alt="Cartão de Visita do Kevin Mitnick" width="384" height="222" /></a></p>
<p>Eu consegui meu exemplar, mas prometo nunca destacar e usar as ferramentas ok?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Campus Party 2010 &#8211; Senso de Humor</title>
		<link>http://www.murielgodoi.com/2010/01/campus-party-2010-senso-de-humor/</link>
		<comments>http://www.murielgodoi.com/2010/01/campus-party-2010-senso-de-humor/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 12:11:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Muriel de Souza Godoi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[cpartybr]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>

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		<description><![CDATA[Já é de conhecimento de (quase) todos que o pessoal voltado à área de tecnologia tem um senso de humor aguçado, pelo menos quase todos. Com os organizadores da Campus Party 2010 não poderia ser diferente, vejam o cadeado que veio de brinde: Cadeado do IE? Nossa tô perdido, pois se segurança do cadeado for [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já é de conhecimento de (quase) todos que o pessoal voltado à área de tecnologia tem um senso de humor aguçado, pelo menos quase todos.</p>
<p>Com os organizadores da Campus Party 2010 não poderia ser diferente, vejam o cadeado que veio de brinde:</p>
<p><a href="http://www.murielgodoi.com/wp/wp-content/uploads/2010/01/P1080901.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-112" title="P1080901" src="http://www.murielgodoi.com/wp/wp-content/uploads/2010/01/P1080901-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Cadeado do IE? Nossa tô perdido, pois se segurança do cadeado for igual a do IE, qualquer um vai poder roubar as barracas!!!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Campus Party 2010 &#8211; As Filas</title>
		<link>http://www.murielgodoi.com/2010/01/campus-party-2010-as-filas/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 03:04:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Muriel de Souza Godoi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[cpartybr]]></category>

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		<description><![CDATA[Após 2 anos tentando, finalmente consegui vir à Campus Party. Uma grande festa da tecnologia e do compartilhamento de conhecimento. Mas nem tudo são flores. Para começar,  2 horas de filas para pegar a credencial&#8230; e mais uma hora para a barraca&#8230; E depois de tanto esperar, vem a recompensa: A estrutura é absurda, muita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Após 2 anos tentando, finalmente consegui vir à Campus Party. Uma grande festa da tecnologia e do compartilhamento de conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas nem tudo são flores. Para começar,  2 horas de filas para pegar a credencial&#8230; e mais uma hora para a barraca&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.murielgodoi.com/wp/wp-content/uploads/2010/01/fila_chuva.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-103" title="Fila e chuva para entrar na Campus Party 2010" src="http://www.murielgodoi.com/wp/wp-content/uploads/2010/01/fila_chuva.jpg" alt="" width="261" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">E depois de tanto esperar, vem a recompensa:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.murielgodoi.com/wp/wp-content/uploads/2010/01/2010-01-25-205435.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-104" title="2010-01-25-205435" src="http://www.murielgodoi.com/wp/wp-content/uploads/2010/01/2010-01-25-205435-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A estrutura é absurda, muita gente, muitos computadores e, consequentemente, muita coisa legal para se fazer. Durante essa semana estarei postando fatos e acontecimentos ocorridos por aqui.</p>
]]></content:encoded>
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