World IPv6 Day: Aprenda mais sobre o novo protocolo

8, junho, 2011 Sem comentários

Em comemoração ao World IPv6 Day, dia no qual todos são convidados a testar o novo protocolo em seus servidores eu ia escrever um post explicando um pouco mais sobre ele, mas ao pesquisar sobre IPv6 achei este artigo muito bem escrito e resolvi compartilhar:

Site: www.infowester.com/ipv6.php
Autor: Emerson Alecrim


Introdução

A internet é uma rede que interconecta milhões de computadores no mundo inteiro. Para que essa comunicação ocorra, cada dispositivo conectado necessita de um endereço único, que o diferencie dos demais. Essa é a função do IP (Internet Protocol). O problema é que, a cada dia que passa, mais e mais computadores são ligados à internet (entenda computadores de maneira geral, isto é, PCs, servidores, smartphones, tablets, etc) e, por conta disso, o número de endereços IP disponível está acabando. É aí que entra em cena o IPv6, sigla para Internet Protocol version 6. Neste artigo, você conhecerá um pouco do funcionamento desse protocolo e entenderá como ele poderá solucionar o problema da falta de endereços na internet.

Endereço IP

Antes de entrarmos no assunto IPv6 em si, é importante conhecer o IPv4, que convencionamos chamar apenas de IP. O IPv4 é composto por uma sequência numérica no seguinte formato: x.x.x.x, onde x é um número que pode ir de 0 a 255, por exemplo:

189.34.242.229

Para que cada computador conectado à internet tenha um endereço IP exclusivo, uma entidade chamada IANA/ICANN distribui “cotas” de IP para todas as partes do mundo. Essas cotas são administradas por entidades regionais que, por sua vez, as repassam para provedores, também chamados de ISP (Internet Service Provider).

Quando você contrata uma empresa para fornecer acesso à internet à sua residência, por exemplo, o provedor irá fornecer um endereço IP de sua cota (em boa parte dos casos, esse endereço muda a cada conexão) para conectar seu computador ou sua rede à internet. Websites também têm endereço IP, afinal, ficam armazenados em servidores que, obviamente, estão conectados à internet.

O formato do IPv4 é uma sequência de 32 bits (ou quatro conjuntos de 8 bits) e isso permite, teoricamente, a criação de até 4.294.967.296 endereços. Uma quantidade muito grande, não é mesmo? Mas, acredite, em pouco tempo será insuficiente.

Esse problema existe porque a internet não foi planejada de forma a ser tão grande. A ideia original era a de se criar um sistema de comunicação que interligasse centros de pesquisa. Somente quando a internet passou a ser utilizada de maneira ampla é que ficou claro que o número máximo de endereços IP poderia ser atingido em um futuro relativamente próximo. Foi a partir dessa percepção que o projeto IPng (Internet Protocol next generation) teve início, dando origem ao que conhecemos como IPv6.

Esgotamento de endereços IP

Não é difícil entender o porquê do esgotamento de endereços no formato IPv4. Para início de conversa, parte desses 4 bilhões de combinações disponíveis, como aquelas que começam em 10 e 127, por exemplo, estão reservados para redes locais (saiba mais sobre isso no artigo Endereços IP) ou para testes. Além disso, há uma parte expressiva de endereços que são destinados a instituições e grandes corporações.

Mas o fato principal é que o mundo está cada vez mais conectado. É possível encontrar pontos de acesso providos por redes Wi-Fi em shoppings, restaurantes, aeroportos e até em ônibus. Sem contar que é cada vez mais comum o número de pessoas que tem conexão banda larga em casa e também assinatura de um plano 3G para acessar a internet no celular ou no notebook a partir de qualquer lugar.

Medidas paliativas foram adotadas para lidar com essa questão, como a utilização do NAT (Network Address Translation), uma técnica que permite que um único endereço IP represente vários computadores, esquema esse que é aplicado, por exemplo, em provedores de acesso via rádio ou até mesmo por operadoras que oferecem acesso 3G.

O problema é que o NAT e outras medidas implementadas têm suas limitações e, no máximo, apenas adiam o esgotamento, de forma que uma solução definitiva e prática precisa ser adotada. A essa altura, você já sabe que tal solução atende pelo nome de IPv6.

Endereços IPv6

A criação do IPv6 consumiu vários anos, afinal, uma série de parâmetros e requisitos necessitam ser observados para que problemas não ocorram ou, pelo menos, sejam substancialmente amenizados em sua implementação. Em outras palavras, foi necessário fazer uma tecnologia – o IPv4 – evoluir, e não criar um padrão completamente novo.

A primeira diferença que se nota entre o IPv4 e o IPv6 é o seu formato: o primeiro é constituído por 32 bits, como já informado, enquanto que o segundo é formado por 128 bits. Com isso, teoricamente, a quantidade de endereços disponíveis pode chegar a 340.282.366.920.938.463.463.374.607.431.768.211.456, um número absurdamente alto!

IPv4 x IPv6

Mas há um problema: se no IPv4 utilizamos quatro sequências numéricas para formar o endereço – por exemplo: 208.67.222.220 -, no IPv6 teríamos que aplicar nada menos que 16 grupos de números. Imagine ter que digitar tudo isso!

Por esse motivo, o IPv6 utiliza oito sequências de até quatro caracteres separado por ‘:’ (sinal de dois pontos), mas considerando o sistema hexadecimal. Assim, o endereço IPv6 do InfoWester, por exemplo, pode ser:

FEDC:2D9D:DC28:7654:3210:FC57:D4C8:1FFF

Um formato ainda confuso, de fato, mas melhor do que se seguisse a mesma regra do IPv4. Felizmente, um endereço IPv6 pode ser “abreviado”. Isso porque números zero existentes à esquerda de uma sequência podem ser ocultados, por exemplo: 0260 pode ser representado como 260. Além disso, grupos do tipo 0000 podem ser exibidos apenas como 0. Eis um exemplo de um endereço “normal” e outro abreviado:

805B:2D9D:DC28:0000:0000:0000 :D 4C8:1FFF

805B:2D9D:DC28:0:0:0 :D 4C8:1FFF

O fato é que o formato do endereço IPv6 é tão grande que sequências do tipo 0:0:0, por exemplo, serão comuns. Neste caso, é possível omitir esses grupos, pois o computador saberá que o intervalo ocultado é composto por sequências de zero. Por exemplo:

FF00:4502:0:0:0:0:0:42

O endereço acima pode ficar assim, ocultando os espaços com 0:

FF00:4502::42

É importante frisar que essa ocultação não pode acontecer mais de uma vez no mesmo endereço em pontos não sequenciais. Por exemplo:

805B::DC28::D4C8:1FFF => Errado!

Neste exemplo, somente uma das abreviações poderá permanecer no endereço.

Tipos de endereços IPv6

De modo geral, um endereço IPv6 faz parte de uma das seguintes categorias: unicast, multicast e anycast. Tal caraterística serve, basicamente, para permitir uma distribuição otimizada de endereços e possibilitar que estes sejam acessados mais rapidamente, de acordo com as circunstâncias. Vejamos brevemente cada um dos tipos:

- Unicast: tipo que define uma única interface, de forma que os pacotes enviados a esse endereço sejam entregues somente a ele. É apropriado para redes ponto-a-ponto;

- Multicast: neste tipo, pacotes de dados podem ser entregues a todos os endereços que pertencem a um determinado grupo;

- Anycast: semelhante ao multicast, com a diferença de que o pacote de dados é entregue à interface do grupo que estiver mais próxima. Esse tipo é apropriado para servidores de DNS, por exemplo.

Vale frisar que, assim como acontece com o IPv4, o IPv6 também pode ter seus endereços divididos em “cotas” ou “categorias”, de forma que hierarquias possam ser criadas para determinar a distribuição otimizada de endereços.

Cabeçalho do IPv6

O padrão IPv4 possui um cabeçalho (header) com várias informações essenciais para a troca de informações entre sistemas e computadores. No IPv6, no entanto, o cabeçalho sofreu alterações. A principal é o seu tamanho, que passa a ser de 40 bytes, o dobro do padrão do IPv4. Além disso, alguns campos foram retirados, enquanto outros tornaram-se opcionais. Essa simplificação pode tornar a comunicação mais eficiente e reduzir o processamento necessário para isso.

A imagem abaixo mostra o cabeçalho padrão do IPv6:

Cabeçalho IPv6

Vejamos os campos:

- Version: campo que identifica a versão do protocolo. No caso do IPv6, é preenchido com 6. No IPv4, com 4;

- Traffic class: indica a qual classe o pacote de dados pertence, podendo definir sua prioridade;

- Flow label: identifica pacotes que pertecem ou não ao mesmo fluxo de dados;

- Payload length: informa o tamanho do pacote em bytes;

- Next header: identifica qual o próximo cabeçalho que segue o atual (um cabeçalho de extensão, por exemplo) ou o protocolo da próxima camada;

- Hop limit: indica a quantidade máxima de roteadores pelos quais o pacote pode passar. Caso exceda o limite, o pacote é descartado;

- Source address: informar o endereço de origem do pacote;

- Destination addres: informa o destino do pacote, isto é, o endereço final.

Note que o cabeçalho do IPv6 pode ser “estendido” com campos adicionais, que oferecem, por exemplo, recursos para autenticação ou confidencialidade dos pacotes de dados transmitidos. São os chamados “cabeçalhos de extensão”, tal como menciona a explicação do campo “Next header”.

IPv6 e IPv4

O elevadíssimo número de endereços IPv6 permite que apenas esse protocolo seja utilizado na internet. Acontece que essa mudança não pode acontecer de uma hora para outra. Isso porque roteadores, servidores, sistemas operacionais, entre outros precisam estar plenamente compatíveis com o IPv6, mas a internet ainda está baseada no IPv4. Isso significa que ambos os padrões vão coexistir por algum tempo.

Seria estupidez criar dois “mundos” distintos, um para o IPv4, outro para o IPv6. Portanto, é necessário não só que ambos coexistam, mas também se que comuniquem. Há alguns recursos criados especialmente para isso que podem ser implementados em equipamentos de rede:

- Dual-Stack (pilha dupla): faz com que um único dispositivo – um roteador, por exemplo – tenha suporte aos dois protocolos;

- Tunneling (tunelamento): cria condições para o tráfego de pacotes IPv6 em redes baseadas em IPv4 e vice-versa. Há várias técnicas disponíveis para isso, como Tunnel Broker e 6to4, por exemplo;

- Translation (tradução): faz com que dispositivos que suportam apenas IPv6 se comuniquem com o IPv4 e vice-versa. Também há várias técnicas para tradução, como Application Layer Gateway (ALG) e Transport Relay Translator (TRT).

Felizmente, praticamente todos os sistemas operacionais da atualidade são compatíveis com ambos os padrões. No caso do Windows, por exemplo, é possível contar com suporte pleno ao IPv6 desde a versão XP (com Service Pack 1). Versões posteriores, como Vista e 7, contam com suporte habilitado por padrão. Também há compatibilidade plena com o Mac OS X e versões atuais de distribuições Linux.

É bom que saiba: já é possível obter endereços IPv6, o que mostra que essa é uma tecnologia estável, usável. No Brasil, por exemplo, as solicitações podem ser feitas no endereço http://registro.br.

Segurança

No IPv6, houve também a preocupação de corrigir as limitações de segurança existentes no IPv4. Um dos principais mecanismos criados para isso – talvez, o mais importante – é o IPSec (IP Security), que fornece funcionalidades de criptografia de pacotes de dados, de forma a garantir três aspectos destes: integridade, confidencialidade e autenticidade.

Na verdade, o IPSec pode ser utilizado também no IPv4, mas não em comunicação baseada em NAT. Não há necessidade deste último no IPv6, portanto, a utilização do IPSec ocorre sem limitações.

Para efetuar sua função, o IPSec faz uso, essencialmente, de um cabeçalho de extensão chamado Authentication Header (AH) para fins de autenticação, de outro denominado Encapsulating Security Payload (ESP) para garantir a confidencialidade, e do protocolo Internet Key Exchange (IKE) para criptografia.

Vale a pena observar que o protocolo IPv6, por si só, já representa um grande avanço de segurança, uma vez que a sua quantidade de endereços é tão grande que, por exemplo, torna inviável o uso técnicas de varredura de IP em redes para encontrar possíveis computadores com vulnerabilidades de seguranças.

É importante frisar, no entanto, que o fato de o IPv6 oferecer mais proteção que o IPv4 não significa que diminuir os cuidados com a segurança não trará problemas: sistema de controle de acesso, firewall, antivírus e outros recursos devem continuar sendo aplicados.

ICMPv6

O padrão IPv4 faz uso de um protocolo chamado Internet Control Message Protocol (ICMP) para obtenção de dados referentes à rede e para a identificação de erros de comunicação por meio de mensagens, ajudando, evidentemente, numa possível correção, quando for o caso. O IPv6 também utiliza o mesmo recurso, só com que as devidas adaptações: o ICMPv6.

Em relação ao ICMP, o ICMPv6 se diferencia, essencialmente, por permitir uma quantidade maior de mensagens que o primeiro. O motivo para isso é simples: o ICMPv6 incorpora funções que no ICMP eram destinadas a outros protocolos. É importante frisar que o ICMPv6 não é um cabeçalho de extensão do IPv6, mas sim um protocolo que trabalha com este.

Entre as mensagens oriundas do ICMPv6 estão as que informam “destino inacessível”, indicando que ao emissor que o receptor não pôde receber o pacote de dados; “requisição de eco”, que consiste em uma mensagem informativa para determinar se um determinado integrante da rede – um servidor, por exemplo – está ativado; entre outros.

O cabeçalho do ICMPv6 é composto, essencialmente, pelos seguintes campos:

Type: tipo de mensagem, isto é, se é erro ou informação;

Code: informa um código que é atrelado a determinados tipos de mensagem;

Checksum: informa o valor de uma determinada soma, que indicará algum problema caso sua verificação acuse outro resultado;

Data: fornece dados relacionados à mensagem.

Finalizando

Como você pode ter percebido, o protocolo IPv6 representa muito do que será a internet em um futuro próximo, uma vez que não só elimina as limitações existentes no IPv4, como também abre um leque de possibilidades para deixar o mundo ainda mais conectado.

E é claro, o assunto aqui foi abordado de maneira introdutória. IPv6 é, considerando todos os seus aspectos, um assunto bastante amplo, ao ponto de existir cursos e livros exclusivos sobre o protocolo. E se você é ou pretende ser um profissional especializado em redes, considere como uma obrigação aprofundar seus conhecimentos em IPv6.

Antes, a resposta para uma pergunta que você pode ter feito durante a leitura do texto: por que IPv6 e não IPv5? O IPv5, na verdade, existe, mas é uma tecnologia praticamente em desuso. Trata-se de uma versão experimental de um protocolo chamado Internet Stream Protocol, criado para testar transmissões de áudio e vídeo, e para simular situações referentes à internet. Não passou disso…

Para saber mais sobre IPv6, consulte os sites que serviram de referência para este artigo:

- ipv6.br;
- www.ipv6forum.com;
- www.6deploy.com;
- www.6diss.org;
- en.wikipedia.org/wiki/IPv6;

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Filmes MKV – Convertendo áudio de DTS para AC3

12, março, 2011 Sem comentários

É comum nos depararmos na Internet com arquivos de filmes com o áudio no formato Digital Theater Systems (DTS), principalmente nos filmes em alta definição no container MKV. Porém, muitas TVs e Media Players HD disponíveis no mercado somente processam o áudio Dolby Digital (AC3).

Ao me deparar com este problema num dia desses encontrei uma solução que funcionou muito bem no Linux.

Você vai precisar dos seguintes pacotes:

  • mkvtoolnix – Ferramenta de manipulação para arquivos Matroska (MKV);
  • libdca – Conversor de áudio DTS para WAV;
  • aften – Conversor de áudio WAV para AC3.

Passo 1 – Extraindo informações sobre seu arquivo MKV:

mkvmerge -i meufilme.mkv

Você deverá ver uma saída do tipo:

Track ID 1: video (V_MPEG4/ISO/AVC)
Track ID 2: audio (A_DTS)


Passo 2
– Extraia a faixa de áudio DTS do arquivo original, neste caso a faixa 2 é a que contém o áudio:

mkvextract tracks meufilme.mkv 2:/meuaudio.dts

Passo 3 – Converta o arquivo de áudio DTS para AC3:

dcadec -o wavall meuaudio.dts | aften - meuaudio.ac3

Passo 4 – Inclua a nova faixa de áudio AC3 em seu MKV original:

mkvmerge -o meufilmeac3.mkv meufilme.mkv meuaudio.ac3

Passo 5 (opcional) - Remova a faixa de audio DTS:

mkvmerge -o meufilmefinal.mkv -a 3 meufilmeac3.mkv

Caso encontrem dificuldades é só comentar abaixo.

Fonte: NMTWiki

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Novo recurso no Nautilus 2.32

11, outubro, 2010 Sem comentários

Ontem tivemos o lançamento oficial do Ubuntu 10.10 Maverick Meerkat, e com ele veio o novo GNOME 2.32.

Poderia postar as novidades clássicas como por exemplo o novo menu de som integrado ao Rhythmbox, mas ao invés disso vou chamar a atenção para algo que quase ninguém percebeu… a janela de substituir arquivos.

Na versão anterior do Ubuntu (GNOME 2.30) quanto se tentava copiar um arquivo com um nome já existente se via a janela:

Na versão atual a janela é bem mais completa:

Nessa janela ainda há a possibilidade de escolher um novo nome para o arquivo.

São detalhes simples que juntos fazem deste Ubuntu o 10 perfeito!

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Juntando e separando arquivos no Linux via terminal

9, outubro, 2010 1 comentário

Com a febre de sites do tipo www.qualquercoisashared.com para o updoad/download de arquivos, se tornou comum a necessidade de unir e dividir arquivos. Frequentemente vemos a mensagem:

Junte as partes do filme usando o HJSplit.

Porém, nós amantes do Linux, sabemos que o HJSplit é um software feito para rodar no W%#@$%s. Para nossa felicidade, o Linux já possui suporte nativo para fazer essa tarefa, portanto, sem a necessidade de softwares adicionais.

Para isso somente abra um terminal (Menu Aplicativos -> Acessórios -> Terminal) estando do diretório onde se encontram os arquivos execute os comandos abaixo:



Para unir vários arquivos:

cat filme.mkv.001 filme.mkv.002 > filmecompleto.mkv

ou se forem muitos arquivos você também pode usar:

cat filme.mkv.* > filmecompleto.mkv


Para dividir um arquivo digite:

split -b 100m -d -a 2 filmecompleto.mkv

onde:

  • -b indica o tamanho de cada parte a ser gerada (no exemplo 100MiB);
  • -d indica que o sufixo dos nomes das partes deve ser numérico;
  • -a indica quantos caracteres terá o sufixo gerado.



Somente acho estranho um sistema operacional proprietário que se diz tão completo precisar de softwares adicionais para uma operação tão trivial.

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Sintel: Um novo curta-metragem feito com Blender

6, outubro, 2010 Sem comentários

Sintel é um curta-metragem produzido de maneira independente, iniciado pela Blender Fundation com o objetivo de melhorar e validar o Blender que é uma suite gratuito e de código aberto para criação 3D. Com um aporte inicial de milhares de doações via internet, provou ser viável o modelo de desenvolvimento com tecnologia 3D para filmes de animação independentes.

Este filme de 15 minutos foi feito no Instituto Blender de Amsterdam, por um time de artistas e desenvolvedores internacionais. Além disso, diversas decisões técnicas e de criação foram realizadas online, por times de artistas e desenvolvedores ao redor do mundo.

Lançado recentemente, em pouco tempo ele atingiu a marca de 1 milhão de exibições no youtube.

Download do filme em alta definição e mais informações em:

www.sintel.org

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Feliz Dia da Toalha!

25, maio, 2010 3 comentários

Jamais poderia deixar esse dia passar em branco, o dia mais esperado do ano para todos os fãs da série “Guia do Mochileiro das Galáxias“. O DIA DA TOALHA!

No dia 25 de maio é comemorado o Dia da Toalha em homenagem ao escritor inglês Douglas Noel Adams, autor da série Guia do Mochileiro das Galáxias. Não fugi da obrigação de bater uma foto com minha toalha e tendo em mãos a espécie mais inteligente da terra: Os Ratos! Claro, pois o ser-humano é a terceira espécie mais inteligente, logo atrás dos golfinhos.

Mas porquê a toalha? Segundo o guia,  um mochileiro das galaxias pode esquecer qualquer coisa, exceto sua toalha:

A toalha é um dos objetos mais úteis para um mochileiro interestelar. Em parte devido a seu valor prático: você pode usar a toalha como agasalho quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla; pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V, respirando os inebriantes vapores marítimos; você pode dormir debaixo dela sob as estrelas que brilham avermelhadas no mundo desértico de Kakrafoon;

Pode usá-la como vela para descer numa minijangada as águas lentas do rio Moth; Pode umedecê-la e utilizá-la para lutar em combate corpo a corpo; enrolá-la em torno da cabeça para proteger-se de emanações tóxicas ou para evitar o olhar da Terrível Besta Voraz de Traal (um animal estonteantemente burro, que acha que, se você não pode vê-lo, ele também não pode ver você – estúpido feito uma anta, mas muito, muito voraz);

Você pode agitar a toalha em situações de emergência para pedir socorro; E naturalmente pode usá-la para enxugar-se com ela se ainda estiver razoavelmente limpa.

Porém o mais importante é o imenso valor psicológico da toalha. Por algum motivo, quando um estrito (isto é, um não-mochileiro) descobre que um mochileiro tem uma toalha, ele automaticamente conclui que ele tem também escova de dentes, esponja, sabonete, lata de biscoitos, garrafinha de aguardente, bússola, mapa, barbante, repelente, capa de chuva, traje espacial, etc., etc

Pergunta: O que leva uma pessoa a bater uma foto com uma toalha e ratos depois da meia-noite?

Resposta: 42 !

Até mais e obrigado pelos peixes Douglas Adams!

Software Livre é tema de reportagem no Brasilianas.org

18, maio, 2010 Sem comentários

Há algum tempo atrás (março/2010), o programa Brasilianas.org abordou o software livre.

Este programa, transmitido pela TV Brasil, é apresentado pelo jornalista Luís Nassif e visa discutir políticas que podem ajudar o desenvolvimento do país e a qualidade de vida do cidadão brasileiro. Vale a pena assistir a reportagem:

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Campus Party 2010 – Kevin Mitnick

29, janeiro, 2010 2 comentários

Este ano, a Campus Party Brasil teve a ilustre presença de Kevin Mitnick. Para quem não sabe, Mitnick é considerado o maior hacker cracker da história, tendo  sua jornada contada no filme Takedown.

Ele foi fugitivo do FBI por mais de 2 anos até sua captura em 2005. Após cumprir 5 anos de detenção ele foi solto e ficou em liberdade condicional por mais 3 anos sem poder se aproximar de computadores (como eles fiscalizavam isso? ).

Após esse período ele fundou a Mitnick Security Consulting, uma empresa especializada em segurança de sistemas computacionais. Ele também publicou 2 livros: “A Arte de Enganar” tema da palestra apresentada na Campus Party 2010 e “A Arte de Invadir”. Logo após a palestra consegui tirar uma foto com ele:

Muriel Godoi(eu) e Kevin Mitnick

Um outro fato interessante é seu cartão de visitas, que é famoso e sempre disputado ao final de suas palestras. Você deve estar se perguntando: O que tem esse cartão de tão diferente?

Bem, o que seria mais geek genial do que um cracker ter um cartão de visita de metal, no qual, você pode destacar ferramentas que te ajudam a abrir fechaduras? olhe por você mesmo:

Cartão de Visita do Kevin Mitnick

Eu consegui meu exemplar, mas prometo nunca destacar e usar as ferramentas ok?

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Campus Party 2010 – Senso de Humor

26, janeiro, 2010 Sem comentários

Já é de conhecimento de (quase) todos que o pessoal voltado à área de tecnologia tem um senso de humor aguçado, pelo menos quase todos.

Com os organizadores da Campus Party 2010 não poderia ser diferente, vejam o cadeado que veio de brinde:

Cadeado do IE? Nossa tô perdido, pois se segurança do cadeado for igual a do IE, qualquer um vai poder roubar as barracas!!!

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Campus Party 2010 – As Filas

26, janeiro, 2010 Sem comentários

Após 2 anos tentando, finalmente consegui vir à Campus Party. Uma grande festa da tecnologia e do compartilhamento de conhecimento.

Mas nem tudo são flores. Para começar,  2 horas de filas para pegar a credencial… e mais uma hora para a barraca…

E depois de tanto esperar, vem a recompensa:

A estrutura é absurda, muita gente, muitos computadores e, consequentemente, muita coisa legal para se fazer. Durante essa semana estarei postando fatos e acontecimentos ocorridos por aqui.

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